Quando eu trabalhava com assessoria de imprensa, uma das minhas funções era fazer as matérias de um jornal. O periódico era bimestral, e pertencia a um lar de idosos de descendência judia. Seguidamente ia até lá para fazer o meu trabalho: coletar informações, cobrir eventos e entrevistar pessoas.
O lugar não se compara aos estereótipos de asilo que conhecemos. Uma área verde enorme, e uma instalação arquitetônica que lembrava mais um spá. Se vacilasse, pediria para ficar alguns dias lá relaxando. Mas as comparações param por aí. Enfermeiras, pedagogos e médicos de várias especialidades atendiam os moradores em suas diversas necessidades. Um rabino passava periodicamente por lá para cuidar do lado espiritual. E volta e meia um grupo de estudantes apareciam para realizar alguma atividade didática. Aulas de artesanato, informática, música e debates. Dá pra chamar um lugar assim de asilo? Read more…
