Ando meio sem tempo para escrever aqui no blog. Portanto, vou tentar abordar vários assuntos em poucos parágrafos aqui.
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Tem uma guerra anunciada aqui do lado do Brasil. Um conflito que afetará não só a economia, mas também vidas humanas que podem se perder e que não têm nada a ver com o que está acontecendo. Então acesso os principais portais de notícias do país, e vejo que os assuntos em destaque são a prévia (veja bem, PRÉVIA!) nos EUA, alei de pesquisas com células-tronco, e a eliminação de uma Big Brother ontem à noite. E uma vez, na aula de Realidade Latino-Americana, chegamos a comentar isso, de que a nossa imprensa não possui correspondentes na América Latina, e quando dá uma merda como essa, mandam um repórter qualquer pra lá. Você, amigo(a), que lê este blog e não faz parte do meio midiático, consegue acreditar no jornalismo brasileiro, na informação que chega até você?
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Parabéns a duas amigas, Aline e Josi, que agora são jornalistas com diploma. A festa estava ótima! E melhorou ainda mais quando eu pentenlhei o DJ pra soltar um roquezinho anos 80, e ele me puxou até o Chuck Berry (critiquem meu gosto musical, mas eu sei o que anima o povo!). E meus parabéns ao editor do vídeo de vocês, que ficou muito bom, diga-se de passagem. :)
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Falando em música, meu amigo Edu, o Leonardi, confessou aqui o seu gosto por uma moda de viola. E eu, apesar do rock mode estar sempre em ON, também aprecio. Sim, estou abrindo uma brecha para que os amantes de samba, pagode, axé, emocore e Chico Buarque possm soltar a sua verborragia para cima de mim, com questões do tipo “traidor do movimento”, ou “como tu pode gostar de sertanojo e não do Chico?” Apesar dos meus motivos serem semelhantes aos do Edu, acrescento ainda do fato que a música sertaneja, assim como a gaudéira também, se remete a uma realidade de campo, com a qual me identifico como em Rancho Fundo, ou Fogão de Lenha. É também cheia de romantismo sem ser piegas ou ofensivo, como em Não Olhe Assim. E tem como cair na estrada sem ser cantando uma música tipo Rumo à Goiânia, ou Chuva fina no meu pára-brisa? E quem nunca dormiu na praça, com o coração dilacerado por uma dama de vermelho? Mas o melhor dessas músicas é que, com simplicidade e facilidade, ela fica marcada no seu coração. Bah, agora me puxei nessa última frase…
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Sou um feliz proprietário de um Opala 1975. Bordô, quatro portas, três marchas e banco inteiro na frente. Uma relíquia. Tirando alguns incidentes, como o tanque de gasolina furado (previamente consertado – gambiarra way of life forever!) e um limpador de pára-brisa suicida, que se jogou pra fora do carro na primeira vez que ando com ele na chuva. Quem quiser me ajudar com doações voluntárias de dinheiro para reforma e gasolina (que será de uso exclusivo do carro, e não terá outras utilidades), me procure nos comentários.
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Me identifiquei muito com este texto aqui. E sei que vai ter muita gente que vai se identificar também. Talvez é por isso que continuo solteiro. Vai saber?
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Apnas um PS.: As postagens vão ficar mais escassas. O motivo é o famigerado Trabalho de Conclusão. Estou antecipando ele para me formar de maneira tranquila e serena. Combinado?