Blog do Piero

Archive for novembro, 2006

Jogar videogame está cada vez mais caro

Todo nerd adora games. Eu não fujo à exceção (é com crase mesmo?). Com o salário do meu primeiro emprego temporário – um bico de panfletador na época do Natal – fiz a farra numa loja de informática aqui em Porto Alegre. E com o primeiro salário de um emprego fixo, comprei um PlayStation com dez jogos. Lembro que demorei umas duas semanas tentando descobrir como se joga “Bust a Move 2″. Este jogo merece um post aqui, só pela complexidade e diversão que proporciona. Paguei na época R$ 320, com dez jogos e dois controles. E não, meu pai nem me xingou por ter torrado o salário inteiro num Play. Pelo contrário, ele foi comigo comprar o console, e até ajudou a terminar um jogo, “Medal of Honor”.

Tudo isso pra dizer que, anos depois, a geração de games dá mais um salto significativo. Depois dos 128 bits, chegamos a uma era em que as marcas das empresas é o que contam, não sua capacidade de processamento de dados. Sabemos que o XBox da Microsoft é o fodão em termos de gráficos, que o Wii da Nintendo é o supra-sumo da diversão (me deu vontade até de ter um, depois de ver uns vídeos por aí), e que o PlayStation 3 da Sony é uma combinação dos dois. Inclusive no preço.

No Gulp, li que o site das Americanas está vendendo este último pela bagatela de R$ 8 mil. Isso mesmo, OITO MIL REAIS. Nos Estados Unidos, ele custa US$ 450, cerca de R$ 1 mil. A pergunta é: quem é burro de investir oito mil putos num videogame? Acho que nem o mais viciado faria isso.

O mais viciado faria o que o site descreve: sai mais barato comprar um pacote de viagem para Nova York, se hospedar no centro de Manhattan, comprar um PS3, curtir a viagem e voltar, por menos do valor cobrado pelo site das Americanas.

O preço tem duas justificativas: taxas absurdas de impostos no Brasil e ganância lucrativa das empresas. Sinceramente, prefiro comprar o videogame nos camelôs por 1/4 do valor e alimentar um coreano pirateador; do que mandar essa grana toda pro Governo e pras lojas Americanas. É por isso que a Sony e a Nintendo não possuem representantes legais dos seus consoles aqui no Brasil – o preço de um original é tão absurdo que até eles comprariam um piratão aqui.

E quem sai perdendo é a gente, humildes gamemaníacos.

Leia o post do Gulp aqui.

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Carlinhos Brown?!?!?

Vi no Cocadaboa e, por um motivo de (in)utilidade pública, achei interessante.

A Wikipedia, facilitadora de trabalhos escolares e terror de muitos professores por aí, possui um artigo sobre nomes populares para o pênis.

O mais curioso dos nomes são citações de “famosos”. Dá pra imaginar a tua guria, naqueles momentos mais “calientes”, fazendo um carinho no Carlinhos Brown? Ou brincando com o Zangief? Quem sabe acariciando o Chuck Norris?

P.S.: No quesito originalidade, empate entre “monstro veiúdo da cabeça redonda lascada no meio” e “Douglas Malaquias”.

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Hola, que tal?

Nunca falei sobre a viagem para Montevidéo, no Uruguai. Foi no ano passado. Na época, Edu, o Leonardi e Léo Lima, a “voz de veludo de Marau”, trabalhavam comigo. Depois de um período de eventos gigantescos na assessoria, resolvemos encarar uma aventura num feriadão: ir para a capital do Uruguai, Montevidéo, de carro. Juro que eu nunca ri tanto em quatro dias seguidos. Creio que a parte pior de todas foi ficar com poucos pesos no bolso, e passar um dia e meio trocando as refeições normais por panchos. Segundo o Léo, o cachorro-quente castelhano tem esse nome em homenagem ao piloto de F1 argentino, Juan Manuel “Pancho”. Essa foi uma das pérolas da viagem.

Outra, confesso, foi minha. Fiquei com voltade de tomar um milk-shake do McDonalds. Quando entrei na fila, e a guria do caixa perguntou o que eu queria, me virei para o Du: “Cara, como é que se diz ‘milk-shake’ em espanhol?” Logicamente que milk-shake é milk-shake em qualquer parte do mundo. O Du disse que a guria, depois de rir um pouco, comentou que eu era interessante e engraçado. Tu vê, agora eu sou ídolo das atendentes do McDonalds do Uruguai!

Fora quando resolvemos conhecer o jornal El País. Sim, três “perodistas” juntos transformam até redação de jornal em pnto turístico. Chegando lá, o Léo queria falar com o porteiro do prédio. “Deixa que eu falo com ele. Preciso praticar o meu espanhol”. O detalhe é que de nós, só um falava espanhol bem. E este um não era o Léo. Enquanto ele explicava para o porteiro quem n´so somos, de onde viemos e o que queríamos, o Du e eu ficamos olhando uns quadros na recepção. Foi quando ouvimos o porteiro perguntar: “Deia eu ver se entendi. Vocês são bolivianos?” Pelo menos o Du consertou a cagada a tempo.

Porém, nada explica a foto abaixo. Decidimos sair à noite para jantar e, quem sabe, fazer uma festa. Mas ninguém queria voltar para o hotel para escovar os dentes. Qual a solução? Levar as escovas junto com a gente, e escovar no primeiro banheiro que a gente encontrasse. Por um acaso do destino, este banheiro foi o do maior cassino da cidade.

E jogar que era bom, nada. O pouco que apostamos, perdemos tudo no calor da emoção. Mais um pouco e a gente sairia de lá de cuecas. E sem as escovas.

Acho que me redimi com os outros dois mochileiros da foto. Em breve, vou contar mais desta e de outras viagens por aí.

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Susto pouco é bobagem

A primeira vez que eu assisti ao “O Chamado”, foi junto com um grupo de amigos. A nossa anfitriã, a Ju, era (e ainda é) extremamente cagona quando o assunto são filmes de terror.

Buenas… DVD rodando, unhas sendo roídas, eis que surge a cena em que o tal vídeo aparece. No final da cena, o telefone que tocou não foi o da atriz, e sim o da própria Ju. Coisas do sr. Leonardi… Enfim, ela que já é branquinha, ficou quase transparente.

Imaginem, então, se o Du tivesse feito o que estes japas sacanas fizeram:

The video cannot be shown at the moment. Please try again later.

Legal né? Pois é… e por aqui pararam com as pegadinhas… Sacanagem!

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Yes! It's Twisted Sisters!

Pergunta: qual seria a sua reação se ganhasse de presente um CD do Twisted Sisters com canções natalinas?

A minha provavelmente não seria igual a da moça acima.

Eu quero um!!!

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